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Posts Tagged ‘Meio Ambiente’

A viagem no tempo

Desmatamento

Se existisse a viagem no tempo, mesmo que custasse os olhos da cara, eu faria das tripas coração para conseguir o dinheiro e ser capaz de fazê-la. Seria algo como um sonho de uma vida toda. Por quê? Eu teria um objetivo claro, não seria mudar minha vida, nem a vida de ninguém, voltaria aos tempos passados, de meio ambiente intocado, na minha cidade, Goiânia, quando não haviam carros, ruas asfaltadas e muito menos pessoas. Queria passear entre as frondosas árvores que aqui haviam, pelo Cerradinho e suas árvores tortas, melhor ainda se fosse no fim de um ano, assim poderia me deliciar com suas frutas de sabor acentuado. Queria principalmente conhecer os córregos e os rios desse lugar, do Cascavel ao Meia Ponte e a majestosa cachoeira do Jaó. Iria me banhar em suas águas límpidas, em seus poços fundos, dar um mergulho, abrir os olhos e ver os peixes de toda espécie que ali habitavam. Ver a bela e rica natureza de outrora.  É uma pena que não existe a tal viagem, talvez apenas nas palavras das pessoas antigas que ainda viveram um restinho do que descrevi. É uma viagem feita de imaginação, de sonhos que não podem se realizar. É uma pena que da minha infância até os dias de hoje as coisas já mudaram muito, principalmente para pior. O que nos reserva o futuro?

Para que a vida do planeta se preserve para sempre, é necessário consciência e verdade. 

Autor: Dougraça

preservacao

A relatividade sempre está presente no tempo de cada um, vê-se que  tudo é relativo quando se compara com os acontecimentos artificiais que destrói o natural de hoje.  É necessário criatividade, atitude, transparência para solucionar e minimizar o que já foi destruído.

Muito se fala em tomada de decisões,  método corriqueiro que  autoridades  sempre usam como forma imediatista de iludir o povo, que na maioria é leigo e não entendem que são decisões políticas de futuro, que na verdade não resolvem nada.  As tomadas de decisões não são fator primordial, pois, o homem é político e ignorante para entender o processo de recuperação natural. O tempo nesse contexto é essencial, pois, não se pode esquecer que a natureza trabalha sem se importar com o momento e sim com sua verdade natural de ser.

O homem faz parte do ecossistema, que é parte integral do ambiente que se vive. A partir do instante que o humano quer arrumar rapidamente o já destruído, complica toda uma cadeia de vida. O  sistema não foi feito em sete dias , mas através da evolução do tempo que não traduz esse período em horas, dias,  anos ou séculos, mas sim pela conjunção de tempo e espaço.

A verdade começa no berço, passando pela educação e no caso dos adultos a consciência de se criar métodos de preservação e demonstração de qualidade destes métodos, através de resultados e metas. O jovem é fator essencial, pois, com a consciência tecnológica, usa-la para criar e abastecer os ambientes que necessitam do apoio. Não precisa ter pressa, pois, o tempo não morre e ele sempre vai agradecer .

André Trigueiro – O Homem e o Meio Ambiente – O desequilíbrio ecológico na visão espírita

Independente de religião, crença, ideologia, essa palestra do jornalista André Trigueiro é muito interessante. Professores, é ótima para se apresentar em sala de aula.

Hoje é dia Mundial do Meio Ambiente

A maioria das pessoas atualmente tem uma visão distorcida sobre o que seria realmente “Meio Ambiente”. Meio Ambiente não se trata apenas de coisa de Eco Chato e não é algo distante da gente, o meio ambiente, segundo definição da Wikipedia é:  “comumente chamado apenas de ambiente, envolve todas as coisas vivas e não-vivas ocorrendo na Terra, ou em alguma região dela, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos. É o conjunto de condições, leis, influências e infra-estrutura de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.”

De acordo com a resolução CONAMA 306:2002: “Meio Ambiente é o conjunto de condições, leis, influencia e interações de ordem física, química, biológica, social, cultural e urbanística, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”

Definição da ISO 14001:2004 para meio ambiente: “circunvizinhança em que uma organização opera, incluindo-se ar, água, solo, recursos naturais, flora fauna, seres humanos e suas inter-relações.”

Ou seja, quando causamos distorções ao ambiente que nos circunda, consequentemente causamos danos a nós mesmos.

Grande parte da população do Brasil por exemplo tem como seu Meio Ambiente maior, as cidades. Nessas cidades atuais, lotadas de pessoas, podemos encontrar: Poluição do ar, da água, poluição sonora, do solo, baixa qualidade de vida, ilhas de calor, insegurança, entre outros. Esse tipo de ambiente tem provocado problemas de ordem física e psíquica nas pessoas e seus animais domésticos. Até mesmo animais selvagens tem procurado as cidades em busca de moradia e alimentação, pois, o seu habitat, o seu meio ambiente, tem sido severamente destruído.

O consumismo desenfreado e irresponsável do ser humano tem levado ele mesmo e todas as criaturas vivas a uma séria ameaça a sua própria sobrevivência. Estamos cada dia mais nos afastando do que é a essência da vida, do conviver em harmonia. Nossa ganância está levando o nosso planeta como um todo a exaustão, estamos garadativamente cavando nossa própria sepultura, pois ainda não entendemos que Meio Ambiente não é apenas sinônimo de natureza. Espero que um dia essa data possa realmente ter muita importância para todos nós.

Mother Gaia, save us from us!

Pequenas centrais hidrelétricas (PCH) – Estão tentando nos enganar

Para vocês investidores de PCHs

 

Não entendo qual seria a função de uma PCH em um rio com um volume pequeno de água. A quantidade de energia gerada é mínima e os impactos causados ao meio ambiente da região são altos, principalmente quando falamos de não apenas uma, mas de oito PCHs que é o montante que estão querendo construir ao longo do rio Meia Ponte. Tenho certeza que muitos irão me criticar dizendo que sou um xiita, que eu deveria parar de tomar banho quente ( que foi o que um ser escatológico teve coragem de me dizer), que eu deveria morar numa caverna e tudo mais. Acredito, como o nobre colega que escreveu o texto abaixo que existem interesses muito mais profundos por trás dessas usinas. São investidores atraídos por um negócio super rentável, não se importando com o meio ambiente ( na frente dos panos eles dizem que se importam) ,pura balela. O texto abaixo é bem esclarecedor, por favor leiam.

 

 

PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS (PCH)

Há pouco tempo e de triste lembrança a nossa região norte sofreu forte coação para fins de agressão à natureza, visando a implantação do cultivo e usinas de cana de açúcar. Grupos econômicos forasteiros e milionários locais mantiveram feroz disputa com os defensores do meio ambiente, cuja primeira etapa (a segunda está por vir) foi vencida pelos ambientalistas, tendo à frente o herói Francelmo, que em defesa da preservação do pantanal chegou ao ato extremo do suicídio e colocando fim ao sonho de capitalistas regionais ostentarem vaidosamente a condição de usineiros.

Os cavaleiros do apocalipse, montados em suas ambições convenceram políticos interesseiros, empresários inescrupulosos, letrados inocentes, ignorantes orgulhosos, jovens empolgados e parte do povo manipulado, com a inescrupulosa proposta da degradação ambiental, promovendo enorme estardalhaço com a oculta intenção de acumular lucros, mesmo a custa do prejuízo do cenário natural local.

Lamentávelmente eles estão de volta com novos objetivos e usando novas táticas.  Agora vêm sorrateiros, disfarçadamente montados em lombos de jumentos (representados pelos seus súditos e parceiros) trazendo projetos de investimentos de vultosos valores com a finalidade de acumular mais riquezas, como sempre pouco se importando com a agressão ao ambiente. A falsa promessa de progresso, geração de rendas e empregos é a mesma de sempre: o legítimo e eterno blá-blá-blá.

A nova meta é a construção, no norte do Mato Grosso do Sul, de várias unidades de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).

Uma PCH resulta num investimento de soma significativa e lucros elevados em relação ao capital aplicado, portanto muito atrativo para grandes investidores. Por produzirem pequenas, mas lucrativas quantidades de eletricidade, as PCHs possuem custos mais elevados derivando disso grandes incentivos governamentais, entre outros os créditos com recursos públicos e desconto no uso dos sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica, amparados na legislação atual. A aprovação do projeto é condescendente até na confecção simplificada  do estudo de impacto ambiental.

A energia gerada é de livre comercialização, inclusive com qualquer concessionária de serviço público e o empreendimento é imune (pasmem) da compensação financeira pela utilização de recursos hídricos, estando também isentas de investimentos em pesquisa e desenvolvimento do setor elétrico.  Por força dos incentivos o Município e o Estado recebem valores insignificantes como royalties da comercialização do fruto dessas empresas.

Inundar uma área de apenas 3 k2. (três quilômetros quadrados) no máximo, represar o rio com uma barragem de alguns metros de altura, instalar uma ou duas pequenas turbinas é o conteúdo principal da iniciativa.

Não acreditar no impacto maléfico e modificações ambientais que tais realizações virão trazer para nossos rios é menosprezar a própria inteligência. Interromper o caminho dos viventes nessas águas é exterminá-los em curto prazo. Prejudicar, mais do que beneficiar os ribeirinhos é certo e lógico.

Estão previstos dois empreendimentos hidrelétricos na região Norte: um no rio Coxim, denominado “Pequena Central Hidrelétrica São Domingos”,  e outro no rio Jauru. Os dois rios são afluentes do Taquari. Mais quatro projetos já são alvos de projetos para construção de PCHs no rio Taquari, nos municípios de Pedro Gomes e Alcinópolis. Já funcionam a PCH Porto das Pedras, entre Chapadão do Sul e Água Clara e a PCH Buriti, ambas no rio Sucuriú.

A tutela jurídica do meio ambiente foi incorporada pela Constituição Federal de 1988 que reconheceu o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, disponibilizando instrumentos jurídicos de defesa ambiental em três esferas de responsabilização: administrativa, civil e penal.

Assim sendo, o cidadão brasileiro pode agir em conjunto ou separadamente, por meio de uma Ação Popular na defesa de um bem da coletividade. Outro importante instrumento jurídico para a defesa do meio ambiente é a Ação Civil Pública, de acordo com o artigo 5.º da Constituição Federal, podendo ser proposta pelo Ministério Público, pela União, pelos Estados e Municípios, inclusive em pedidos de cumprimento de obrigação de não fazer. Ainda mais, o Mandado de Segurança Coletivo é outra forma de ação judicial que pode ser proposta por entidades ou associações de classe.

Este trabalho inicial tem como objetivo incentivar a conscientização da importância da preservação do meio ambiente com a proteção contra a investida do poder econômico na degradação de nossos rios, podendo e devendo ser providenciado tal amparo, com urgência, pela sociedade e por meios legais sem se chegar ao extremo que chegou o saudoso Francelmo, a quem sempre nos curvaremos pela sua coragem na busca do seu ideal.

O autor é advogado – contato: fdsemim@hotmail.com

Texto acessado em 08/10/2011 em Saber na rede

 

Leia no link abaixo sobre como lidam com a questão das PCHs, veja se não é por causa de um negócio rentável que se investe uma boa grana.
http://www.synergiaeditora.com.br/noticias/1218-pchs-sao-consideradas-alternativas-para-geracao-de-energia-limpa-e-renovavel-com-pouco-impacto-no-meio-ambiente-

Dia 14 de Agosto – Dia de combate a poluição!

A Poluição é qualquer tipo de degradação das condições ambientais e do habitat de uma coletividade. É uma perda, mesmo que relativa, da qualidade de vida em decorrência de mudanças ambientais. É importante salientar que nem sempre um ambiente poluído para uma espécie é prejudicial para outra.

Os agentes que provocam a poluição são chamados de poluentes: um ruído excessivo, um gás nocivo na atmosfera, detritos que sujam os rios ou praias ou até mesmo a fachada de uma loja que degrada o aspecto visual de uma paisagem.

Em virtude do crescimento populacional, o homem necessita ampliar ou construir novas cidades e com isso vai ocupando as áreas reservadas à natureza, para sua sobrevivência e para criar condições de vida. É uma estranha contradição esse relacionamento do homem com a natureza: ele destrói para construir. Essa atitude já tem se refletido bastante no meio ambiente pois o bem estar do homem está relacionado com a manutenção e preservação do meio ambiente.

Quanto mais se destrói, menos condições de vida se têm. Essa condição ruim está começando a aparecer, mas são as gerações futuras que sofrerão as maiores consequências de todos os prejuízos causados à natureza na atualidade.

O dia 14 de Agosto é o dia de combate a poluição, é uma importante data para não só refletirmos sobre a atual situação de nosso planeta, mas também é uma data para agirmos.Várias datas sobre o meio ambiente tem sido criadas nos últimos anos justamente para estimularmos as pessoas a lutar. É a coletividade que está sendo prejudicada, e quando agimos unidos, somos imbatíveis.

O mundo atualmente anda cheio dos chamados ativistas de sofá, pessoas que ficam na frente do computador assinando listas, participando de fóruns, compartilhando links sobre a natureza mas nunca saem do seu mundinho particular para ver a real situação de perto. Só isso não resolve, cai em descrédito, é um simples modismo. O mundo mais do que nunca precisa de nós, mas de forma prática. Devemos sair do nosso quadrado e lutar  pela recuperação e conservação de nossas reservas naturais. Portanto, mãos a obra!

Sugestões:

– Procure saber do orgão ambiental de sua cidade como está sendo o combate aos mais diversos tipos de poluição;
– Verifique os projetos de lei dos vereadores de sua cidade, veja se há algo relacionado a poluição, se não, proponha algo a um político de sua confiança, ou que tenha histórico de luta a esse respeito;
– Denuncie sempre, se ver algo errado não hesite em abrir a boca. Fiscalize depois para saber se o problema foi resolvido;
– Reuna um grupo de amigos e vá a beira de um córrego ou rio e simbólicamente realize a limpeza de uma quantidade considerável de resíduos sólidos que estejam em suas margens, chame a prefeitura para que possa remover o lixo. Divulgue!

Obrigado pela dica Helena! http://www.sosnascentes.org/

Profissões Urbanas: O dia de um coletor de lixo

Achei essa reportagem super interessante, resolvi colocar um trecho aqui o blog. A série é um vídeo e se inicia assim:

A placa branca e vermelha anuncia que no sobradinho de esquina funciona um salão de beleza. Mas quem aparece sorrindo no reflexo do espelho é o coletor de lixo Geison Paulino da Silva, o “Raí”, de 41 anos. “Dividi minha sala pra alugar um pedaço pra cabeleireira, sabe? Em troca, ela me deixa bonito!” – diverte-se, indicando na cabeça o topete com pontas descoloridas.

Raí é um dos 3,2 mil coletores de lixo da cidade de São Paulo que juntos recolhem cerca de 13 mil toneladas de resíduos sólidos domiciliares todos os dias, segundo dados da Ecourbis – uma das empresas terceirizadas pela prefeitura para fazer o trabalho de coleta. Diariamente, cada habitante produz quase 1,5 kg de lixo, de acordo com pesquisa realizada em 2010 pela Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais).

Para ter acesso a reportagem completa, CLIQUE AQUI

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