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Finalmente terão início as obras de implantação do tratamento secundário na ETE Goiânia

Demorou mas finalmente a esperança renasceu. Vão começar as obras para a implantação do tratamento secundário na ETE Dr. Hélio Seixo de Britto. Se não vai resolver o problema de vez do rio, pelo menos vai reduzir drasticamente a mancha de poluição que se estende até o lago de Rochedo. Essa obra há muito é aguardada. Atualmente o tratamento primário ainda retorna uma carga poluidora muito alta para o Meia Ponte, impactando diretamente a qualidade de suas águas e tornando o ambiente, ao menos dentro da região metropolitana de Goiânia, insalubre para fauna e para qualquer tipo de atividade que exija contato com as águas do rio.

Assinada autorização para início das obras de tratamento secundário da ETE Goiânia

Portal Goiás

A Saneago, o Governo de Goiás e o Ministério das Cidades assinaram nesta quarta-feira, dia 04 , autorização para início das obras de implantação do tratamento secundário de esgoto da ETE Hélio Seixo de Britto em Goiânia. O evento contou com a participação da diretoria da Saneago; do governador, José Eliton; e do Ministro das Cidades, Alexandre Baldy.

Com valor de cerca de R$ 98 milhões, provenientes do Orçamento Geral da União (OGU), o investimento objetiva a ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Goiânia, incluindo a construção de seis tanques de aeração, quatro decantadores secundários, duas elevatórias de recirculação e duas centrífugas de adensamento de lodo, além de redes e ligações no Jardim Petrópolis.

Atualmente, a ETE Hélio Seixo de Britto realiza o tratamento primário quimicamente assistido, que atinge até 58% de remoção de carga orgânica. Com a obra de implantação do tratamento secundário, a remoção poderá alcançar índice de até 90%, aprimorando ainda mais a eficiência do tratamento do esgoto coletado.

O sistema, amplamente utilizado no mundo em termos de tratamento de efluentes domésticos, é chamado de “tratamento por lodos ativados”. Trata-se de um processo biológico, que utiliza tanques com aeração artificial e decantadores secundários, bem como recirculação do lodo. Tudo para criar um ambiente perfeito para que os flocos de bactérias benéficas – naturalmente formadas no esgoto bruto e responsáveis por degradar a matéria orgânica solúvel (lodo ativado) – possam trabalhar a nosso favor, proporcionando uma alta qualidade do efluente final.

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