Quantidade de esgoto in natura que vai para o rio Meia Ponte ainda é grande.

Autores: Leonardo Jaber/Ernesto Augustus

Nas nossas visitas ao longo dos mananciais de Goiânia, pudemos constatar alguns fatos que ainda incomodam, grandes quantidades de esgoto ainda chegam ao rio, seja diretamente, ou por meio de seus afluentes. Além do mais, a ETE de Goiânia faz um tratamento apenas primário de todo o esgoto que chega, a carga orgânica do efluente despejado de volta no rio ainda é grande e por isso mesmo ele figura entre os 7 rios mais poluídos do Brasil. A Saneago esconde de nossos olhos mas não de nossos narizes vários lançamentos que ainda existem. Abaixo publico reportagem de Setembro/2008  onde a Saneago assinou um Termo de Ajustamento de Conduta ( TAC ) se comprometendo a resolver todos esses problemas com prazo entre 1 e 5 anos, enquanto isso não acontece ainda veremos cenas deprimentes como as que publico abaixo também.

Córrego Palmito
Cena deprimente no córrego Palmito em Goiânia
Córrego Palmito
Córrego Palmito pouco antes de cair no rio Meia Ponte
Córrego Palmito
Córrego Palmito recebendo uma grande carga de esgoto, maior até que sua própria vazão
Córrego Palmito
Córrego Palmito tomado pelo esgoto, bolhinhas de gás sulfídrico estouravam na água todo instante

09/09/2008 – Após acordo com MP, Saneago deve implantar sistema de tratamento para impedir lançamento de esgoto in natura em rios e córregos de Goiânia

Fonte: Site do Ministério Público de Goiás

O promotor de justiça Marcelo Fernandes de Melo firmou Termo de Ajustamento de Conduta com a Saneamento de Goiás (Saneago) a fim de resolver o problema de despejo de esgoto in natura nos cursos d’água que passam pela capital. Ao todo, foram identificados pelo Ministério Público 18 pontos de poluição em Goiânia, que incluem trechos do Ribeirão Anicuns, Rio Meia Ponte, Córrego Cascavel, Córrego Gameleira e Córregos Palmito, Abajá e Lambari. Na maioria dos casos, os dejetos são lançados diretamente na água sem nenhum tratamento, principalmente pela falta de um interceptor que diminuiria o impacto ambiental causado pelo esgoto.

A Saneago assumiu o compromisso de elaborar e executar um projeto técnico de ampliação do sistema de esgotamento sanitário da cidade, com melhorias técnicas e cumprimento de cronograma de obras. Serão seis intervenções na infra-estrutura do sistema, que variam entre um a cinco anos para serem implantadas. As medidas visam contemplar 100% dos cursos d’água de Goiânia.

O MP fará a fiscalização das obras, exigindo da Saneago a apresentação de cópias dos projetos e cronogramas de execução das redes coletoras de esgoto. Caberá à empresa estadual de saneamento a requisição das licenças ambientais junto à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma). Foi fixada a multa diária de R$ 20 mil caso a Saneago não faça as obras, nem cumpra os prazos determinados no acordo. (Pedro Rafael / estagiário da Assessoria de Comunicação Social)

2 comentários em “Quantidade de esgoto in natura que vai para o rio Meia Ponte ainda é grande.

  1. oi se vc jutase um mutiroa e limpa-se as rua porque os lixos que nos jogamos no chao tambem vai por rio limpa os boeiros .A as industrias para-se de joga lixo toxico nos rio e se para se de desmata a floresta e a cabasem comaquessimento global usa a agua da chuva para malhar o jardim etc sao infinitas coisa que povoca .
    MUITO OBRIGADO

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