Arquivos

Posts Etiquetados ‘qualidade de vida’

Vulnerabilidades das megacidades brasileiras às mudanças climáticas

Uma das mais complexas aglomerações urbanas do Brasil – a área metropolitana de São Paulo.

junho 16, 2010

Mudanças no Código Florestal podem ser desastre para capital paulista

A proposta de alteração do Código Florestal, em discussão no Congresso Nacional, podem ser um “desastre” para a expansão urbana de São Paulo, avaliou ontem (15) o pesquisador do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), Carlos Nobre, que participou de um debate durante o lançamento do estudo Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo.

O relatório propondo modificações no Código Florestal foi apresentado na semana passada pelo relator da comissão especial criada na Câmara dos Deputados para discutir o assunto, deputado Aldo Rebelo (PC doB-SP). Entre as mudanças propostas pelo relator estão a atribuição de mais autonomia aos estados para legislar sobre meio ambiente e a retirada da obrigatoriedade de reserva legal (fração destinada à preservação ambiental) em pequenas propriedades. A votação da reforma do Código Florestal na comissão especial estava marcada para ontem (15), mas foi adiada para a próxima segunda-feira (21).

Para Nobre, caso a cidade cresça respeitando a legislação atual, o risco de que as novas ocupações sofram com inundações e deslizamentos é pequeno. Entretanto, caso a expansão urbana aconteça de acordo com as mudanças que estão sendo propostas, haverá um grande risco à população. “Se em todas essas áreas de maior risco, declividade, topo de morro, áreas muito íngremes, matas ciliares, onde a cidade não chegou ainda, se o código for respeitado, o risco da ocupação diminui muito. Se isso legalmente mudar, é um convite à ocupação absurda”, considerou Nobre.

Para o pesquisador, não há necessidade de modificar a legislação para aumentar a produtividade da agricultura brasileira. “Aumentar só a área agrícola não torna a agricultura do Brasil mais produtiva, mais competitiva. Competir com a agricultura dos países desenvolvidos é competir em tecnologia.”

A tendência mundial, de acordo com Nobre, é a diminuição da área utilizada pela agricultura com o aumento da produtividade por hectare. “Nenhum país que tenha agricultura de ponta está aumentando área agrícola. Qual seria a justificativa para o Brasil ir na contra-mão da tendência tecnológica histórica de todos esses países que são potências agrícolas?”, questionou.

O relatório apresentado hoje pelo pesquisador aponta como a região metropolitana de São Paulo está se tornando mais vulnerável a desastres naturais devido ao modelo de ocupação predatória e às mudanças no clima local e global.

Reportagem de Daniel Mello, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 16/06/2010

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
Divulgando, Promovendo e Valorizando
quem defende as águas do Brasil!
ÁGUA – QUEM PENSA, CUIDA!

De nada adianta brigar, o trânsito sempre fala mais alto

Foto: Rodrigo Soldon

Primeiro foram os pioneiros dessa cidade, trataram logo de passar o facão, trator, carro de boi, o que for, por cima das áreas de várzea e matas ciliares dos córregos da capital, a marcha para o oeste, a construção de Brasilia, trouxeram mais e mais pessoas para a capital do estado. Pedro Ludovico havia projetado uma cidade para não mais do que 50 mil habitantes, hoje Goiânia e região metropolitana possuem mais de 1 milhão e 400 mil pessoas, e esse número não para de crescer, e cresce exponencialmente. Toda essa quantidade de pessoas tem criado uma absurda pressão principalmente sobre os recursos naturais da cidade, de recursos digo principalmente os córregos e rios.

No passado, com ausência de fiscalização, as invasões sobre as margens dos córregos, inclusive de pessoas endinheiradas, provocou a privatização de diversas áreas na beira de córregos e rios, que segundo o código florestal deveriam estar protegidas, mas só no papel estão, por que o que se vê atualmente na cidade é um verdadeiro festival de privatização de áreas públicas justamente em lugares onde não deveria existir uma única construção.  A destruição das matas ciliares corresponde  apenas a ponta do iceberg de um problema muito maior, imenso. A medida que os bairros avançam, a infraestrutura básica é instalada: água, energia, asfalto, galeria de água pluvial, as vezes rede de esgoto. Vamos então nos concentrar no asfalto e na galeria pluvial.

Asfalto pode representar alivio, fim da grande quantidade de poeira, casa limpa, bem arrumada, mas por outro lado também representa impermeabilização, mais calor e mais N valores agregados que cito entre eles o sujeito que vendo-se livre da terrona nas ruas trata de cimentar todo seu quintal, pra manter segundo ele, tudo mais limpo, em resumo, mais asfalto, mais cimento em casa, mais água nas ruas quando vem a chuva. Resultado disso? Inundação, mas pra onde vai toda essa água quando ela passa pela rua? Exatamente, para os córregos e rios. Mas perai, será que eles estão preparados para receber tamanha quantidade de água? Temos ai mais um problema, muitas vezes a cidade não dispõe de rios ou córregos preparados para receber tamanho volume de água, a partir do momento que as galerias são direcionadas até eles, estes passam a adaptar um novo leito, o resto de mata ciliar que ainda existia é consumido, tragado pra dentro do rio, e o que dizer das construções que ficam a beira? Pobres, ricos, sem distinção que fizeram suas casa justamente onde não deveriam, também são consumidos, a não ser claro que o poder público, além de ter permitido a usurpação desses lugares, passa a dar a devida manutenção para que tudo não desça rio abaixo. É muito comum encontrar dentro de córregos pedaços inteiros de muros, ou outros pedaços de construções que foram embora em alguma chuva mais forte, ou simplesmente pessoas que no desespero jogaram restos de construção dentro do córrego, além de não adiantar nada, compromete ainda mais o interior do mesmo, quanto mais comprometido esta o leito do córrego, mais ele avança nas laterais.

Pois bem, além das galerias pluviais servirem como verdadeiras mangueiras de altíssima pressão durante a chuva, elas também passam a servir como condutoras de sujeira em lugares não servidos de rede de esgoto. Algumas pessoas não constroem fossa séptica e então fazem ligações clandestinas nas galeria de água, o esgoto então desce redondo pra dentro do córrego. Então recapitulando, já listamos aqui os seguintes problemas: Retirada de mata ciliar, urbanização desordenada com invasão das margens dos córregos, impermeabilização do solo com consequente aumento do volume de águas que chegam ao córrego e por isso as erosões e aumento da “caixa” do manancial, além de muito lixo que chega pelas galerias, e entulho, muito entulho que as empresas não sabem pra onde levar, pois não existe área de triagem e reciclagem do entulho de construção aqui na cidade, pra se ter uma idéia a prefeitura gasta mais removendo entulhos de lotes vagos e beiras de córrego do que se tivesse a reciclagem em funcionamento, além do que os entulhos que seguem para o aterro sanitário comprometem a vida útil do mesmo.

Como consequencia da maioria das coisas descritas acima, temos o maior vilão de todos, mas infelizmente esse é vangloriado pela maior parte da população que só conhece os beneficios, desprezam os malefícios do mesmo, o nome? Canalização.

Pois bem depois de acabar completamente acabar com o córrego dentro da cidade eis que surge a canalização que promete mundos e fundos, alhos e bugalhos, retira-se os invasores das margens do córregos, faz-se a correção de seu curso, cria-se paredes de concreto super resistentes a infiltração ou erosão, concreta-se o fundo do rio para evitar infiltração por baixo, acaba-se, em muitos casos, com nascentes que abasteciam o córrego, além de aumentar a evaporação do mesmo, após tudo isso decreta-se o fim do córrego, que passa a ser chamado de canal, vão-se embora os peixe, se ainda existirem, aumenta-se a velocidade do córrego e aguarda-se até o dia do volume de água ser tão grande que o córrego sai como um míssel de sua calha destruindo tudo o que está ao redor.

Porém, existe uma vantagem nisso, constroe-se uma marginal ao lado do córrego, facilita-se o fluxo dos carros, o trânsito desafoga. Alegria para o goianiense que passa a ter mais uma via de acesso rápido e pouco se importa para o que corre no centro de tudo aquilo. Além da canalização na  maioria dos casos ser um grande problema, a solução que ela aplica é apenas paliativa visto que as montadoras de automóveis querem vender, as concessionárias querem vender, e o morador da cidade quer ter um veículo para se locomover pela cidade diante de um transporte coletivo falido, em meio a um trânsito cada dia mais caótico, resultado? Em pouco tempo a marginal que inicialmente tinha o trânsito rápido passa a também se congestionar, ou seja, obras como essas expiram, nunca se ataca o problema na raiz, a cidade gira em torno do trânsito, e coloca a qualidade de vida dos habitantes lá embaixo. Se fosse em prol da conservação de rios e córregos, com certeza se pensaria em maneiras mais viáveis de se crescer uma cidade sem destruir tanto suas belezas e riquezas naturais. E ainda falam que Goiânia é primeira e qualidade de vida, tenho medo de pensar nas outras cidades.

Seminário Internacional de revitalização de rios

Um evento interessante para nossas autoridades prestigiarem, já que a maioria das cidades brasileiras seguem justamente o oposto dessa tendência de revitalizar rios, na verdade eles tendem a urbanizar o vale dos rios, canalizando, retirando a vegetação das margens e criando as marginais. Segue abaixo as informações:

Seminário Internacional de Revitalização de Rios

Inscrições de 05 de abril a 07 de maio de 2010. O Seminário acontece nos dias 10, 11 e 12 de maio de 2010, em Belo Horizonte – MG

O Seminário Internacional de Revitalização de Rios (Brasil – Coréia do Sul – EUA – União Européia), promovido pelo Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), o Projeto Manuelzão da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Companhia de Saneamento Ambiental de Minas Gerais (COPASA) e a Companhia Energética do Estado de Minas Gerais (CEMIG), será realizado entre os dias 10 e 12 de maio de 2010, em Belo Horizonte. O evento faz parte de um movimento internacional pela revitalização de rios e tem como um dos objetivos contribuir para o intercâmbio de projetos desenvolvidos em diferentes pontos do planeta, dando continuidade também às ações do Projeto Estruturador do Estado de Minas Gerais “Meta 2010”. O encontro será uma oportunidade para debater modelos e conceitos diferentes de gestão das águas nas bacias hidrográficas, nas cidades e no campo, com apresentação de novos paradigmas. As vagas são limitadas e serão emitidos certificados para os participantes.

Confira a programação!

Faça sua inscrição aqui

Informações:

participativo@meioambiente.mg.gov.br
www.meioambiente.mg.gov.br
Fones: (31) 3915-1775 / 3915-1779 / 3915-1774
Por: Assessoria de comunicação

Dica do site do Projeto Manuelzão

Por que áreas verdes são importantes nas propriedades rurais

Áreas de preservação ou áreas verdes obrigatórias em meio a plantações

Pesquisadores destacam que áreas verdes obrigatórias são úteis ao produtor rural, reservando o solo e a água

Área verde obrigatória pode ser útil ao produtor – Biodiversidade equilibra ecossistema e garante bons resultados agrícolas

As áreas verdes obrigatórias que precisam ser mantidas nas propriedades rurais – vistas por muitos ruralistas como um empecilho à produção – podem ser bastante úteis aos agricultores. Cientistas defensores do Código Florestal têm mostrado que as determinações da legislação ambiental não são caprichos de ambientalistas.

Segundo Paulo Kageyama, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), a biodiversidade nativa tem um efeito de equilíbrio do ecossistema e pode ser importante para garantir o sucesso do que é cultivado nas áreas agrícolas. Reportagem de Afra Balazina, no Estadao.com.br.

Para comprovar, ele conta que, ao fazer a recomposição da mata ciliar em reservatórios da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) usando cem espécies diferentes por hectare, conseguiu-se evitar a ocorrência de pragas e doenças nas árvores. Após dois anos, nem formigas atacavam.

Experiências também no entorno de plantações de eucalipto levaram a um resultado positivo. Como as florestas de eucalipto e pínus têm diversidade genética muito baixa – e neste caso não é viável economicamente utilizar agrotóxicos -, as florestas nativas ajudaram a evitar problemas. “Muitas vezes as florestas de eucalipto têm um só clone ou material genético, então, se uma árvore é suscetível a uma praga, todas são afetadas”, disse Kageyama, que já foi diretor de conservação da biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente.

Segundo ele, para a pecuária, a recuperação de APPs – Áreas de Preservação Permanente, como encostas e margens de rios – e reservas legais também pode ser benéfica. “Planta-se o mesmo capim em centenas de hectares e, muitas vezes, é preciso aplicar muito agrotóxico. O País foi campeão no uso de agrotóxico em 2009, deveria ter vergonha disso.”

O Código Florestal determina a preservação de topos de morro, encostas, margens de rios e restingas, além de exigir a manutenção de uma reserva legal nas propriedades – o tamanho depende do bioma onde a propriedade está localizada (mais informações nesta página).

Mas há projetos no Congresso com o objetivo de flexibilizar a legislação. Debates acalorados sobre as mudanças propostas têm ocorrido em diversas regiões do Brasil nas últimas semanas, em audiências públicas que reuniram produtores rurais, políticos, ambientalistas, promotores e cientistas.

Solange Teles da Silva, professora de direito ambiental da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ressalta alguns dos pontos mais preocupantes, em sua opinião, nos dois projetos de lei e anexos em discussão na Câmara dos Deputados.

Ela diz que as alterações propostas vão da redução da APP em 50% no entorno dos corpos d”água, diminuição da reserva legal em áreas do Cerrado da Amazônia Legal de 35% para 20% e até a supressão total desse tipo de área protegida. Também merece destaque, segundo a professora, a intenção de passar para a esfera estadual o poder de determinar o tamanho da reserva legal.

O Estado de Santa Catarina saiu na frente e já reduziu a faixa de preservação ao longo de rios para até cinco metros. Há uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal para pedir impugnação a disposições desse código. “Parece que os legisladores estaduais também se esqueceram das tragédias que abalaram o seu Estado”, afirma.

A engenheira florestal e consultora Maria José Zakia comprovou em sua tese de doutorado na USP que o Código Florestal acerta ao determinar uma mata ciliar de 30 metros ao longo de rios com menos de 10 metros de largura. Sua pesquisa foi feita no Paraná.

“A regra geral dos 30 metros é bastante eficiente na proteção do solo e da água”, diz. Ela afirma que a definição dos 30 metros não é suficiente para manter uma boa gestão ambiental, mas é um passo importante nessa direção.

A engenheira florestal defende que os proprietários sejam incentivados a manter as áreas verdes nas propriedades com ações como o pagamento por serviços ambientais. Nova Iorque já faz isso há cerca de 20 anos e em São Paulo existe um projeto-piloto em que os produtores rurais recebem por permitirem a manutenção da qualidade da água em uma região.

ANISTIA

Os ruralistas defendem uma anistia para quem desmatou até julho de 2006. O pesquisador Dalton Valeriano, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), diz que a data não faz sentido. Ele alega que o País tem como detectar desmatamentos maiores do que 30 metros desde 1985. Dessa forma, seria possível apontar polígonos desmatados em áreas de matas ciliares, que devem ter largura mínima de 30 metros em cada lado do rio.

“Dá para fazer a detecção desde 1985. Isso só não vai funcionar em vegetação campestre. Mas dá para fazer na Mata Atlântica, no Cerrado, na Amazônia, na Caatinga. Não vejo motivo para colocarem 2006 como data.”

EcoDebate, 14/02/2010
Dica do blog do Instituto SOS Rios do Brasil

Dê valor na água!

Foto: Bruno C.

Dê valor não somente a água que chega na sua torneira, valorize os córregos e rios de sua região. Se eles estiverem poluídos lute pela sua despoluição. Se sua cidade é agraciada com uma vasta quantidade de água, dê valor, cuide, pois se faltar, você vai se lembrar de  situações como as da notícia abaixo, e se arrependerá amargamente por ter ficado de braços cruzados quando poderia ter agido.

Moradores de favela em SP fazem fila para pegar água em mina

Habitantes de Paraisópolis carregaram os baldes até na cabeça. Adutora rompeu no domingo e não havia previsão de fim do conserto.

Do G1, com informações do SPTV – 08/02/10

Em qualquer fio de água caindo na rua, junta gente em volta. A dona de casa Zilma de Jesus Oliveira usaria a água para dar banho nas crianças. A pequena fonte fica em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo. Ali existem outros pontos onde a água brota e é disputada pelos moradores. Cerca de 800 mil pessoas da capital e região metropolitana tiveram o abastecimento interrompido após o rompimento de uma adutora da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) no domingo (7).

Em Paraisópolis, os moradores fazem fila. Debaixo de um calor de mais de 30ºC, não dá nem para matar a sede antes de chegar ao começo da fila. E quem chega não aguenta mais esperar. Um homem grita para tentar organizar a confusão.

Com uma bomba emprestada, os moradores retiram a água de um poço. Mesmo sem a certeza de que ela é potável. Eles vão e voltam várias vezes e a água não dá. A tubulação da sabesp se rompeu de madrugada entre as avenidas Roque Petroni Júnior e Chucri Zaidan, no Brooklin, Zona Sul, e formou um chafariz.

A previsão inicial era que o reparo terminasse nesta segunda, mas apareceu um imprevisto: “aqui ao lado da escavação que a gente fez, passa um córrego. O Córrego do Cordeiro e ele está infiltrando na vala; então, a gente está com bombas retirando água e tentando vedar essa passagem para a vala aberta”, contou Alexandre Tassoni, gerente da Sabesp.

Para soldar a tubulação – que fica a quase 8 metros de profundidade – toda a água tem que secar. O problema atinge bairros como Morumbi, Butantã, Vila Sônia, Campo Belo, Americanópolis e Interlagos. Também falta água nas cidades de Taboão da Serra, Embu e Cotia.

No fim da tarde, a Sabesp informou que vai realizar manobras no sistema para que todas as regiões da Grande São Paulo tenham, pelo menos, o abastecimento parcial. E pediu que os moradores economizem água até que a situação seja normalizada.

Um caso de sucesso! A Dengue. Graças a muitos de nós…

No estado de Goiás e em outros estados, se transformou numa epidemia, hospitais lotados, centenas de novos doentes a cada dia. Humor, só se for em charges. A dengue não tem nada de engraçado. Faça sua parte, não deixe lixo espalhado, nem água parada, tenha higiene, aconselhe seus vizinhos, todos devem lutar para diminuir os focos dessa terrível doença.


Créditos ao site do Prof. Jarmuth – Blog SOS Rios do Brasil

China quer investir em soja no Brasil, acho que isso não é bom!

Foto: Calil Souza

Chineses vão financiar expansão da soja em Goiás

A empresa estatal chinesa China National Agricultural Corporation, com suporte financeiro do Banco do Desenvolvimento da China, poderá financiar o Programa de Expansão da Cultura da Soja em Goiás, iniciativa que o Governo estadual prepara para apresentar ao Governo chinês durante a viagem em abril àquele País. A afirmação foi feita pelo presidente da companhia, Liu Shenli, durante visita à Fazenda Figueiredo Capão Grande, em Cristalina, no último dia 29.

Conforme Shenli, deve ser criado um grupo de trabalho formado por especialistas da China e de Goiás, visando estabelecer uma parceria técnica para os financiamentos agrícolas. A comitiva de chineses foi acompanhada por representantes da Secretaria Internacional do Agronegócio do Ministério da Agricultura, e recebida pelo prefeito de Cristalina, Luiz Attié, além de outros diretores e produtores rurais do município.

Liu Shenli ficou impressionado com os plantios de soja, milho e café e as potencialidades agrícolas de Cristalina. Ele afirmou que o Brasil alcançou grande desenvolvimento nos últimos anos na produção agrícola, com uso de tecnologia de ponta. “Tenho certeza que Goiás e a China serão grandes parceiros no segmento do agronegócio”, afirmou.

Interesse
Ministro-conselheiro da Embaixada da China no Brasil, Wang Qingyuan colabora na preparação da viagem que uma comitiva de Goiás vai fazer à China em abril. Ele disse que há grande interesse do Governo chinês em comprar produtos de Goiás, além da vontade de se fazer parcerias para investimentos chineses na produção agrícola e na infra-estrutura goianas.

Assessor do Ministério da Agricultura, Benedito Rosa do Espírito Santo lembra que os chineses vão visitar outras regiões produtivas de Goiás. “Vamos mostrar que o Norte de Goiás pode se tornar grande produtor de soja como o Sudoeste e o Sul do Estado. Goiás só precisa de investimentos para a infra-estrutura da região e custear a produção”, afirmou.

Acompanhados pelo embaixador da China no Brasil, Qin Xiaoqi, a comitiva foi recebida no Palácio das Esmeraldas pelo governador Alcides Rodrigues, quando anunciaram a disposição em comprar carne bovina do Brasil. Os chineses foram à Rio Verde conhecer os complexos industriais da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano – Comigo e da Perdigão.

O grupo sobrevoou os municípios de Anápolis, Jaraguá, Goianésia e Uruaçu, para conheceram o traçado da Ferrovia Norte-Sul. No fim, conheceram o Projeto de Irrigação Luís Alves do Araguaia, em São Miguel do Araguaia. O embaixador disse que as importações de carne do Brasil e de Goiás são uma questão técnica que deve ser resolvida rapidamente. Alcides Rodrigues observou que as exportações de carne bovina para a China abrem uma grande oportunidade para o setor pecuário de Goiás.
Mais informações: (62) 3201-7810.

Fonte:Agecom

A vida é um milagre, não a desperdice.

Esse é um recado que vai para aqueles que sempre acham que dinheiro está acima de tudo e de todos. A mãe natureza nos proporciona o milagre da vida, ela é curta e deve ser vivida, fazendo bem ao próximo a ao nosso meio, o meio ambiente. Abaixo um vídeo da música “It’s a Miracle” do Queen que acho legal e gostaria de compartilhar com vocês leitores. Aproveitem.

Portal da bacia do rio Meia Ponte – MeiaPonte.Org

Está no ar há cerca de 2 meses o portal da Bacia do Rio Meia Ponte, o MeiaPonte.Org.  Nele você encontrará fotos, reportagens, videos, diário de bordo, e tudo o que se refere a bacia de um dos rios mais importantes, porém, mais maltratado do estado de Goiás.

http://www.meiaponte.org

Pode até ser bom, mas isso está nos matando…

Consumismo, essa é a palavra. Estamos acabando com os recursos do planeta, além de entupi-lo de lixo.

Uma sátira bem humorada a respeito do consumismo

Charge de Um Sábado Qualquer

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.