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Posts Etiquetados ‘Humano’

Se somos observados, será o que pensam de nós?

Um viajante das estrelas, acostumado com suas visitas interplanetárias, decide conhecer um pouco mais a fundo nosso planeta.Logo que chega descobre algo estranho, como pode um planeta, na sua maior parte coberto por água, se chamar Terra, indaga ele. Se infiltrando em meio a nossa sociedade ele descobre coisas surpreendentes e ao mesmo tempo apavorantes. Ele percebe que nós, os humanos, damos pouca importância aquilo que nos traz a vida, e muita importância aquilo que nos tira a vida. Ele descobre que damos um valor enorme a um tipo de papel com desenhos o qual chamamos de dinheiro. Que tudo em nossa vida gira em torno desse papel, que na sociedade humana, vale mais quem tem mais dinheiro. Ele descobriu uma interessante expressão a esse respeito: você vale o que você tem.

Um fato que chamou sua atenção é que muitos de nós adoramos um Deus cujo filho se chama Jesus, mas que mesmo esse Deus fica em segundo plano pois, muitos o procuram apenas para pedir melhoras financeiras, ou seja, mais dinheiro.

O que mantém a vida no planeta, a natureza, é apenas uma personagem sem importância, que cumpre seu papel de servir e apenas colhe o descarte da escória humana.

O viajante então chega a uma conclusão de que se não cuidamos da nossa própria casa e não respeitamos nossos semelhantes, somos seres hostis e perigosos. Ele decide então ir embora, certo de que, pela sua experiência, aquele povo estava fadado a extinção.

Infelizmente tem sido assim, será que haverá tempo para mudança?

setembro 1, 2010 1 comentário

Eu ri alto com essa tira, triste assim…

Por Carlos Ruas

Para mais tiras engraçadas acesse: Um Sábado Qualquer

Cidades mal preparadas, mal planejadas são um risco à saúde e a vida humana

Foto: Gustavo Vara

Cidades podem ser risco à saúde, alerta diretora da OMS

08 de Abril de 2010 | Por: Agencia Estado – AE

Cidades podem representar riscos à saúde, alertou ontem a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, ao ser questionada pelo jornal O Estado de S. Paulo sobre a situação no Rio de Janeiro. A OMS aproveitou o Dia Mundial da Saúde para lançar uma campanha exatamente com essa mensagem. O Rio era uma das 1,3 mil cidades que participaria da campanha por uma vida mais saudável nas metrópoles.

Apesar de indicar que não queria falar especificamente do caso do Rio, Chan deixou clara a mensagem diante dos mais de cem mortos na cidade brasileira. ‘O que ocorre não é uma surpresa. Por anos, vemos um número cada vez maior de desastres causados pelas chuvas e criando devastação’, disse. ‘Mas precisamos ver se isso é resultado do desmatamento, de falta de planejamento ou falta de preparação. A realidade é que uma cidade sem um plano de urbanização é um risco à saúde’, afirmou.

Para Chan, cabe a prefeitos e políticos locais garantir que haja investimentos suficientes e regras claras para evitar esses desastres. São eles, segundo a número 1 em saúde da ONU, que tem o poder de estabelecer onde se pode construir e como evitar desastres. A avaliação da OMS é de que a desigualdade social é o principal motivo das ameaças que uma cidade representa para a saúde da população. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

É tenso, mas poucos se importam.

fevereiro 23, 2010 1 comentário

É muuuuuu.

Foto: d2k6

Terra é incapaz de acompanhar ritmo atual de consumo de carnes e pescado

23/02 – 11:29 – AFP

No topo absoluto da cadeia alimentar, os seres humanos se dão ao luxo de comer de tudo, mas a um preço elevado: a pesca massiva está levando as espécies marinhas à extinção, e a piscicultura polui a água, o solo e a atmosfera – o que precisa fazer com que mudemos de hábitos.

Alimentar a humanidade – nove bilhões de indivíduos até 2050, segundo as previsões da ONU – exigirá uma adaptação de nosso comportamento, sobretudo nos países mais ricos, que precisarão ajudar os países em desenvolvimento.

Segundo um relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), publicado nesta quinta-feira, a produção mundial de carne deverá dobrar para atender à demanda mundial, chegando a 463 milhões de toneladas por ano.

Um chinês que consumia 13,7 kg de carne em 1980, por exemplo, hoje come em média 59,5 kg por ano. Nos países desenvolvidos, o consumo chega a 80 kg per capita.

“O problema é como impedir que isso aconteça. Quando a renda aumenta, o consumo de produtos lácteos e bovinos segue o mesmo caminho: não há exemplo em contrário no mundo”, destacou Hervé Guyomard, diretor científico em Agricultura do Instituto Nacional de Pesquisa Agrônima da França (INRA), responsável pelo relatório Agrimonde sobre “os sistemas agrícolas e alimentares mundiais no horizonte de 2050″.

Atualmente, a agricultura produz 4.600 quilocalorias por dia e por habitante, o suficiente para alimentar seis bilhões de indivíduos.

Deste total, no entanto, 800 se perdem no campo (pragas, insetos, armazenamento), 1.500 são dedicadas à alimentação dos animais – que só restituem em média 500 calorias na mesa – e 800 são desperdiçadas nos países desenvolvidos.

Por outro lado, o gado custa caro ao meio ambiente: 8% do consumo de água, 18% das emissões de gases causadores do efeito estufa (mais que os transportes) e 37% do metano (que colabora para o aquecimento do clima 21% mais que o CO2) emitido pelas atividades humanas.

E, mesmo que seja fonte essencial de proteínas, a carne bovina não é “rentável” do ponto de vista alimentar: “são necessárias três calorias vegetais para produzir uma caloria de carne de ave, sete para uma caloria de porco e nove para uma caloria bovina”, explicou Guyomard.

Desta maneira, mais de um terço (37%) da produção mundial de cereais serve para alimentar o gado – 56% nos países ricos – segundo o World Ressources Institute.

Seria o caso, então, de reduzir o consumo de carne e substitui-lo pelo peixe?

Os oceanos não podem ser considerados uma despensa inesgotável, estimou Philippe Cury, diretor de pesquisas do Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD).

O número de pescadores é duas a três vezes superior à capacidade de reconstituição das espécies.

No atual ritmo, a totalidade das espécies comerciais haverá desaparecido em 2050.

Chuva = Enchente = Destruição = Morte = Descaso = Irresponsabilidade

Foto: Milton Jung CBNSP

A temporada de chuvas ainda nem terminou mas o saldo de destruição e mortes é alto. A tragédia foi, é, e para sempre será anunciada. Não é de hoje que alarmes são soados, avisando sobre o alto preço que estamos pagando por estarmos destruindo nosso planeta, criando armadilhas para nós mesmos.

Não foi a primeira nem será a última vez que escreverei sobre esse assunto, é muito triste ler nos jornais, nas revistas ou ver na televisão noticias sobre essas tragédias que assolam nosso país. Mas então, a culpa é de quem? Da chuva? Não totalmente. A chuva sempre existiu, é um ciclo natural. Acontece que modificamos esse ciclo, hoje em dia chove muito em pouco tempo, não existe tempo para assimilação natural das águas pelo impermeabilizado solo ou pelos assoreados rios, uma parcela enorme da chuva não tem mais para onde ir senão o leito dos rios. As cidades, os pastos, as plantações, não seguram água. Serão cada vez mais frequentes inundações históricas por todo o país, a tendência é que os números da destruição cresçam cada vez mais, pois, a mentalidade do ser humano não mudou e dificilmente mudará. Pode ser que uma mudança esteja acontecendo, mas é muito lentamente, é quase imperceptível.

Estamos diante de uma situação grave. Muitas vezes pensamos que aquilo nunca acontecerá conosco, que estamos distantes do problema. Mas a natureza não tem limites, ela tentará o equilibrio, onde quer que necessite. Assim que a temporada de chuvas passar, o assunto será esquecido tão rapidamente quanto uma avalanche de escombros que desce por morros com bases comprometidas por construções. A vida voltará ao normal, exceto para aqueles que perderam casas, carros, vidas, histórias de vida, familias inteiras na tragédia, amigos, esperança. Infelizmente, nos próximos anos teremos a repetição de tragédias, a comoção nacional, a revolta e depois o esquecimento, até a próxima chuva.

Nós também somos parte do meio ambiente, ao menos por enquanto…

A cada dia que passa, tenho a impressão de que tentam colocar em nossa cabeça que já não dependemos tanto da natureza quanto dependíamos há alguns anos atrás. Mas como assim? É simples, grande parte do que chega até nossos lares, de alimentos a equipamentos e até mesmo a água, foram transformados em produtos, algo que foi industrializado, que saiu do nada e se transformou em algo para desfrutarmos.

Não entendemos o processo produtivo de algumas coisas, nos contentamos somente com o final do processo, o resto para nós, não interessa. Mas o que está por trás disso tudo, que não ligamos a mínima, tem levado a natureza a exaustão. Essa zona de conforto, que temos experimentado desde a metade do século passado até os dias atuais, tem maltratado severamente o planeta, esse tal de aquecimento global, é o que menos importa, o que é sujo e muito mais grave, poquíssimos discutem, está escondido.

O modelo econômico atual não está interessado nas pessoas, não tem interesse em alimentá-las bem, vesti-las bem, trata-las bem, esse modelo está interessado exclusivamente em maximizar o lucro, custe o que custar. Por sorte ainda existem entidades que defendem nosso direito,  do contrário estaríamos perdidos. Apesar de termos a quem nos reportar quando nos sentimos lesados como consumidores, no caso do meio ambiente a coisa se torna um pouco mais crítica, mas esse, deveríamos nos preocupar tanto quanto nossa vida pessoal, por que nossa casa não se resume somente a uma porção de alguns metros quadrados, nossa casa é o planeta Terra.

Estamos destruíndo nossa casa, num ritmo cada vez mais acelerado, se quisermos salvá-la devemos começar desde agora, do mínimo detalhe, por que as pequenas ações geram grandes resultados. Continuamos dependendo da natureza como nunca, mas estamos cada vez mais fragilizados, mais dependentes desse modelo no qual estamos inseridos, e o pior de tudo, estamos sendo enganados, ou nos deixando enganar, desunidos, estamos invertendo valores, acuando a natureza, tudo isso em nome de um conforto utópico, e de um modelo que só usurpa, a nós e a natureza, não traz felicidade, para ninguém.

Desordenado e egoísta

egoismo

Como os primeiros exploradores, eu gostaria de ter tido a sorte de chegar a essas terras ainda virgens e me deparar com uma flora exuberante, horizontes magníficos, águas limpas e transparentes em riachos caudalosos. Esse tempo não volta mais, infelizmente. Os magníficos horizontes verdes se tornaram cinzas, as águas se tornaram escuras, cinzas e sem vida, o céu jã não é mais tão brilhante e azul. As cores quentes se tornaram frias. A vida se tornou muito corrida , ninguém mais se preocupa com aquilo que foi perdido em tão pouco tempo. O apetite voraz do homem não respeita limites, ultrapassa as fronteiras da razão até mesmo da sua própria sobrevivência. Meus pêsames àqueles que esqueceram que a vida vem da terra. E como numa frase daqueles que não planejam: É tempo do hoje, o amanhã se pensa depois.

Não quero apenas boas lembranças

outubro 21, 2009 1 comentário

histórias da vovo

“No meu tempo”, “Naquela época”,”Quando eu era criança”. Essas são frases que iniciam inúmeras histórias de infância de pessoas, hoje já adultas, e outras nem tanto, que lembram com nostalgia dos momentos divertidos que passavam na beira de córregos ou rios que cortam suas cidades. Por que hoje em dia essas mesmas pessoas já não falam com o mesmo orgulho de lugares de tantas lembranças boas? O que aconteceu? A resposta é que tais lugares foram vítimas, de cobiça, especulação, desconhecimento e depredação. Esses outrora recanto de belezas, só existem agora no imaginário. São números de uma trágica e rotineira receita de usurpação da natureza que transforma o belo no feio, o atrativo, no repulsivo. O processo começa sempre no estabelecimento do homem que não se contenta apenas em contemplar, se divertir, se orgulhar e até mesmo retirar o sustento, ele precisa predar, a harmonia inexiste, há somente uma relação unilateral, não é competição, o próprio homem logo sente na pele que de ambos os lados só existem perdedores. Agimos tal qual um parasita, que retira seu sustento independente da condição de sua vítima, agindo somente em benefício próprio. Esgotar não rima com viver. Não é necessário contar sempre as mesmas histórias,que começam felizes e terminam tristes. Precisamos de histórias com final feliz, onde a felicidade vai passando como a história de nossos avós, de geração em geração.

A ilha de lixo no pacífico

Via Blog SOS Rios do Brasil

Humor Verde VII

setembro 23, 2009 2 comentários

poluição
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