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Posts Etiquetados ‘Consumismo’

O consumismo não traz felicidade para ninguém: afinal é desejo ou necessidade?

Abaixo publico um vídeo do Padre Leo, o primeiro padre humorista do Brasil, infelizmente falecido em 2002,  que por trás de suas pregações bem humoradas trazia mensagens sérias sobre a nossa atual sociedade. O título desse vídeo é: A felicidade não está nos bens materiais. Se isso tem a ver como nosso meio ambiente? Tudo!

Sugestão de filme – Wall-E

Adoro filme do tipo animação, todos eles costumam ter o tal da “moral da história”, ou seja, eles transmitem algum tipo de mensagem principalmente para seu público principal: as crianças. O filme que estou sugerindo para assistir é o Wall-E, muito interessante pois desperta a respeito do nosso modo de vida super consumista. Se formos parar para pensar, é isso que vai acabar levando a humanidade para o buraco. Um ótimo filme para adultos e crianças.

Um pouco do filme

O filme se passa no ano 2805, com a Terra sendo um planeta abandonado e coberto por lixo, como o resultado de setecentos anos de consumismo em massa, facilitados pela megacorporação Buy-n-Large (BnL). Desistindo de restaurar o ecossistema, A BnL evacuou a população da Terra em nave estelares totalmente automatizadas, deixando no planeta um exército de robôs compactadores de lixo chamados “WALL·E” para limpeza durante um período de cinco anos. No ano 2110, entretanto, o ar da Terra se tornou muito tóxico para suportar a vida, forçando a humanidade a permanecer no espaço. No começo do filme, apenas uma unidade WALL·E permanece ativa, tendo desenvolvido uma consciência e coletado vários artefatos do lixo enquanto realiza seu dever, também se tornando amigo de uma barata.(Fonte: Wikipedia)

Pode até ser bom, mas isso está nos matando…

Consumismo, essa é a palavra. Estamos acabando com os recursos do planeta, além de entupi-lo de lixo.

Uma sátira bem humorada a respeito do consumismo

Charge de Um Sábado Qualquer

Também me senti culpado… Mas ri muito… Pior que é desse jeito mesmo

Uma pérola que vi no excelente blog de humor Capinaremos, que eu não poderia deixar de postar. Recentemente escrevi algo sobre esse assunto.

Nós também somos parte do meio ambiente, ao menos por enquanto…

A cada dia que passa, tenho a impressão de que tentam colocar em nossa cabeça que já não dependemos tanto da natureza quanto dependíamos há alguns anos atrás. Mas como assim? É simples, grande parte do que chega até nossos lares, de alimentos a equipamentos e até mesmo a água, foram transformados em produtos, algo que foi industrializado, que saiu do nada e se transformou em algo para desfrutarmos.

Não entendemos o processo produtivo de algumas coisas, nos contentamos somente com o final do processo, o resto para nós, não interessa. Mas o que está por trás disso tudo, que não ligamos a mínima, tem levado a natureza a exaustão. Essa zona de conforto, que temos experimentado desde a metade do século passado até os dias atuais, tem maltratado severamente o planeta, esse tal de aquecimento global, é o que menos importa, o que é sujo e muito mais grave, poquíssimos discutem, está escondido.

O modelo econômico atual não está interessado nas pessoas, não tem interesse em alimentá-las bem, vesti-las bem, trata-las bem, esse modelo está interessado exclusivamente em maximizar o lucro, custe o que custar. Por sorte ainda existem entidades que defendem nosso direito,  do contrário estaríamos perdidos. Apesar de termos a quem nos reportar quando nos sentimos lesados como consumidores, no caso do meio ambiente a coisa se torna um pouco mais crítica, mas esse, deveríamos nos preocupar tanto quanto nossa vida pessoal, por que nossa casa não se resume somente a uma porção de alguns metros quadrados, nossa casa é o planeta Terra.

Estamos destruíndo nossa casa, num ritmo cada vez mais acelerado, se quisermos salvá-la devemos começar desde agora, do mínimo detalhe, por que as pequenas ações geram grandes resultados. Continuamos dependendo da natureza como nunca, mas estamos cada vez mais fragilizados, mais dependentes desse modelo no qual estamos inseridos, e o pior de tudo, estamos sendo enganados, ou nos deixando enganar, desunidos, estamos invertendo valores, acuando a natureza, tudo isso em nome de um conforto utópico, e de um modelo que só usurpa, a nós e a natureza, não traz felicidade, para ninguém.

A farra dos números

Matemática é uma ciência exata, é natural ninguém duvidar, mas a matemática da qual vou falar aqui, não é nem exata, nem tampouco racional, infelizmente, essa do mal, é a matemática dominante nos dias atuais. Mas como é o poder de influência dessa matemática maligna em nossas vidas? Simples, tudo começa com os números! Sim, os números, passamos a conviver com eles no dia a dia, árvores, pessoas, bichos tornaram-se meros números. Os números do desmatamento, os números de suicídios, o aumento no número dos casos de câncer, número de pessoas com depressão, número de espécies em extinção, aumento do número de demissões, os números da tragédia, números da ganância. O mundo inteiro tornou-se refém de uma matemática que trata de um conjunto de números dito bestiais. Enxuga-se a folha de pagamento de uma empresa para conter gastos, estamos falando aqui não de alguns poucos, mas de milhares que são mandados embora de uma única vez, assim, sem culpa, como simples números, reais números do fracasso de um sistema econômico que visa única e exclusivamente o lucro, o capital. Trata-se de um sistema complexo que não está nem um pouco interessado no social ou no ambiental, somente na maximização do lucro. Interessante que essas empresas procuram demonstrar para seus consumidores o contrário, de que elas estão muito preocupadas. Ledo engano, a grande maioria delas não vai investir naquilo que não lhe dá retorno, e investir por exemplo em meio ambiente nos dias atuais, dependendo da situação, pode trazer, além de economia,  olhares orgulhosos de consumidores desatentos. Dos números surgem as equações, cálculos e mais cálculos são feitos diariamente procurando a melhor maneira de diminuir custos e aumentar vendas através do consumo irracional. Sim o consumo, que tem crescido num nível exponencial, para extâse das grandes empresas. Meta contra o aquecimento global? Que país está afim de reduzir os números de suas emissões e correr o risco de encolher sua economia? Nenhum!  Enquanto esse modelo econômico insustentável perdurar, tudo o que disserem não vai ser nada mais do que falácia, uma situação imaginária onde tudo será resolvido criando uma equação com erros sutis que como sempre tratará de manter alienada uma sociedade que acredita que não há nada melhor do que comprar, morrer de trabalhar, deprimir-se, mas comprar, sempre.

Matemática é uma ciência exata, é natural ninguém duvidar, mas a matemática da qual vou falar aqui, não é nem exata, nem

tampouco racional, infelizmente, essa do mal, é a matemática dominante nos dias atuais. Mas como é o poder de influência

dessa matemática maligna em nossas vidas? Simples, tudo começa com os números! Sim, os números, passamos a conviver com

eles no dia a dia, árvores, pessoas, bichos tornaram-se meros números.
Os números do desmatamento, os números de suicídios, o aumento no número dos casos de câncer, número de pessoas com

depressão, número de espécies em extinção, aumento do número de demissões, os números da tragédia, números da ganância.O

mundo inteiro tornou-se refém de uma matemática que trata de um conjunto de números dito bestiais. Enxuga-se a folha de

pagamento de uma empresa para conter gastos, estamos falando aqui não de alguns poucos, mas de milhares que são mandados

embora de uma única vez, assim, sem culpa, como simples números, reais números do fracasso de um sistema econômico que visa

única e exclusivamente o lucro, o capital. Trata-se de um sistema complexo que não está nem um pouco interessado no social ou no ambiental, somente na maximização do lucro. Interessante que essas empresas procuram demonstrar para seus consumidores o contrário, de que elas estão muito preocupadas. Ledo engano, ninguém vai investir naquilo que não lhe dá retorno, e investir por exemplo em meio ambiente nos dias atuais, dependendo da situação, pode trazer além de economia,  olhares orgulhosos de consumidores desatentos. Dos números surgem as equações, cálculos e mais cálculos são feitos diariamente procurando a melhor maneira de diminuir custos e aumentar vendas através do consumo irracional. Sim o consumo, que tem crescido num nível exponencial, para extâse das grandes empresas. Meta contra o aquecimento global? Que país está afim de reduzir os números de suas emissões e correr o risco de encolher sua economia? Nenhum! Trata-se de uma falácia, uma situação imaginária onde tudo será resolvido criando uma equação com erros sutis que como sempre tratará de manter alienada uma sociedade que acredita que não há nada melhor do que comprar, morrer de trabalhar, deprimir-se, mas comprar, sempre.

Em 4 anos, venda de antidepressivos cresce mais de 40%

depressao

A noticia não é nova, mas nunca deixa de ser atual. Confira abaixo.

ANGELA PINHO
LARISSA GUIMARÃES
da Folha de S.Paulo, em Brasília

A venda de antidepressivos em farmácias e drogarias do Brasil cresceu 42% de 2003 a 2007, mostra levantamento da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com base em dados do IMS Health, instituto que faz auditoria do mercado farmacêutico.

Há cinco anos, chegavam a ser comercializados 17 milhões de unidades –gotas, cartela de comprimidos, cápsulas etc. Em 2007, foram 24 milhões. E o número de 2008 tende a ser maior –os registros de janeiro a julho somam 15 milhões.

O “boom” nas vendas pode ser explicado principalmente por dois fatores, dizem especialistas. Um deles é que médicos de outras áreas têm ampliado a prescrição dos medicamentos.

Além disso, cresceu o uso de antidepressivos por pessoas sem diagnóstico de depressão –em casos em que o paciente passa por uma fase difícil, como a perda de um parente ou a separação do cônjuge.

O psiquiatra Raphael Boechat, doutor pela UnB (Universidade de Brasília), diz que urologistas e ginecologistas, entre outros especialistas, vêm prescrevendo antidepressivos –para jovens com ejaculação precoce ou mulheres na menopausa, por exemplo.

Ele avalia que há também prescrição “exagerada”, em casos em que os antidepressivos não são necessários. “Na ciência, só são publicados resultados positivos sobre eles. Isso traz a falsa impressão de que eles seriam muito eficazes.”

O psiquiatra Marco Antonio Brasil, chefe do serviço de psiquiatria e psicologia médica da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), reforça as críticas. “As pessoas acham que o remédio resolverá seus infortúnios. E os médicos cedem.”

Andrea Feijó de Mello, da Associação Brasileira de Psiquiatria, concorda com a crítica, mas diz que, em casos de depressão, os remédios são, muitas vezes, essenciais. “Depressão não passa sozinha. Tem que medicar quando necessário.”

A depressão atinge de 10% a 12% dos brasileiros. A incidência em mulheres é duas vezes maior do que em homens. Segundo a Anvisa, há 130 tipos de antidepressivo, que só podem ser vendidos com receita médica. O princípio ativo mais vendido é a fluoxetina –como o Prozac–, que representa 13% do mercado desses remédios. A substância altera os níveis de serotonina, influenciando o humor.

Luciano Finardi, diretor de marketing da Lilly, laboratório que lançou o Prozac, diz não ver um aumento expressivo das vendas. Ele concorda que, hoje, outros especialistas receitam o remédio, mas diz que o maior uso é ainda para a depressão.

A ilha de lixo no pacífico

Via Blog SOS Rios do Brasil

Educação Ambiental – Sugestões de leitura III

Foto: Blog Econexos por  Ecomeninas

Foto: Blog Econexos por Ecomeninas

Abaixo estou postando 4 excelentes artigos do jornalista da Globo News André Trigueiro sobre desenvolvimento sustentável. Aproveitem e boa leitura!

Consumindo a vida
Refazendo as contas
Perguntando às árvores
O barato que sai caro

O planeta corre perigo… E nós também! Veja o vídeo

O modelo de sociedade como nós  conhecemos hoje está com os seus dias contados, um modelo de consumo insustentável e inconsequente, consumidor voraz dos recursos do planeta. O irresponsável que formulou esse conceito consumista desenfreado não parecia ter idéia que os recursos da terra são finitos, ou sabia e deixou para as gerações futuras se virarem. O fato é, ou mudamos, ou nosso mundo vira de cabeça para o ar. O planeta está doente e os seus habitantes também, ou tratamos bem de nossa morada ou não mais a teremos daqui há alguns anos. O vídeo abaixo é super interessante e fala justamente sobre esse assunto, vale muito a pena ver, apesar de grande, ele serve de alerta, nosso tempo está se esgotando e isso não é discurso para causar pânico não, é  a realidade.

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