Hidrelétricas e as ameaças para o cerrado em Goiás
Estão com planos de construção de PCHs( pequena central hidrelétrica) no rio Meia Ponte em vários pontos, inclusive em Aloândia – GO, os advogados da empresa que será responsável por uma das obras já começaram a entrar em contato com proprietários de terras das região para que estes assinem o contrato para procederem com o processo indenizatório. A Aneel ( Agencia Nacional de Energia Elétrica) já aprovou estudos sobre a capacidade energetica do rio, e são cerca de 18 pontos que podem abrigar as PCHs. Seria um desastre ambiental sem precedentes em prol de um desenvolvimento, que de sustentável não tem nada. Abaixo posto o link para um artigo escrito pela minha amiga Eliandra Amorim, Especialista em Gestão e Educação Ambiental e mestranda em Engenharia do Meio Ambiente – UFG.
Link para artigo: http://www.meiaponte.org/pdf/hidreletricas_e_a_ameaca_para_o_cerrado_em_goias.pdf

Excelente artigo! O mais grave é saber que o modelo de desenvolvimento que sustenta toda a argumentação de ampliação da infraestrutura, desconsidera os impactos sociais, culturais e ambientais gerados pelos empreendimentos e canaliza a imensa parcela da energia gerada, para agregar valor a matérias primas voltadas à exportação, como é o caso do alumínio que consome mais de 20% da energia elétrica gerada no país. Resta-nos questionar: desenvolvimento prá quem???